terça-feira, 4 de setembro de 2007




Somos Mulheres ou Transexuais?

Chamo-me Márcia Cristina e estou estreando como colunista aqui neste site. Nasci num corpo masculino mas sempre me senti mulher e depois de uma longa e difícil trajetória, permeada por processos de auto destruição e renascimentos, consegui passar pro corpo a mulher que sou e alterar minha documentação.
Depois da transformação, como pessoa, não tenho dúvida que me tornei totalmente uma mulher, socialmente falando, também; mas quando a questão é relacionamento amoroso, pergunto-me se sou realmente uma mulher ou serei sempre uma transexual. E a resposta nem sempre me agrada, ou quase sempre me desegrada...
Todas nós, antes, ou mesmo durante o processo de transformação do nosso corpo, sonhamos com o dia que finalmente seremos vistas por todos como um ser feminino, mulheres que somos nos nossos sentimentos e na nossa mente. Mas nunca contamos que pra sociedade os rótulos tem um grande poder...
Hoje entro e saio em qualquer lugar como mulher. Sou tratada como uma. Minha documentação reafirma isso. E sou um ser humano mais feliz, porque antes tudo parecia ao contrário em mim. E depois que vc chega ao final do percurso, o que mais a gente sonha é encontrar um cara legal, que te valorize como mulher, que te perceba como mulher, que te admire e que te ame como mulher. Contudo, nessa parte parece que nos tornamos impotentes pra qualquer modificação, continuamos sendo vistas como transexuais. A impressão que tenho é que a medalha de ouro vai sempre para aquela que nasceu mulher. Eu fico sempre com a medalha de bronze, isso depois de me esforçar imensamente, e as vezes nem medalha se ganha.
Pessimismo??? Não... O saldo foi positivo sim. Não consigo me ver naquele corpo anterior. Naquela vida que não parecia minha. Hoje sou mais feliz e mais integrada na sociedade, inclusive tendo um bom emprego. Mas gostaria imensamente que essa modificação toda tivesse contagiado a área afetiva.
Espero que escrevendo aqui eu possa mostra um pouco dos encantos e dos desencantos de se encontrar nessa situação. Espero mostrar o que de objetivo pode se conseguir, bem como quebrar a fantasia de que somos cinderelas e que príncipes encantados existem.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007


ALERTA? CUIDADO TRAVESTIS LADRAS!


QUEM NAO SE LEMBRA,DO CASO DO GRINGO ESFAQUEADO A 4 MESES ATRÁS NA RUA PRADO JUNIOR EM COPACABANA...TA AI A CARINHA DELAS.

A TRANSEXUALIDADE



A Transexualidade sempre se apresentou como uma área nebulosa, quase nada explorada da sexualidade humana.
Transexualismo pode parecer a primeira vista semelhante ao homosexualismo e/ou travestismo, mas analisando mais profundamente podemos perceber grandes diferenças.
Homens homossexuais e mulheres lésbicas não tem dúvidas ou desconforto quanto ao seu gênero ou sexo, apenas tem orientação sexual (preferência) por pessoas do mesmo sexo


Sua imagem interna de si mesmo não coincide com a sua aparência física, seu sexo anatômico.
Em ambos os casos, é como se a pessoa fosse de um sexo psicologicamente, com a equivalente imagem ou esquema corporal, e de outro sexo anatomicamente.
Transexualismo sempre involve um transtorno na identidade de gênero. Não basta que a pessoa queira pertencer ao outro sexo para usufruir de vantagens culturais ou que goste de atividades típicas do outro sexo.
Um transexual masculino ou feminino tem uma crença profunda e global de que sua identidade de gênero não é a mesma do sexo atribuído em seu registro de nascimento.
Transexuais podem ser como qualquer pessoa: equilibrados emocionalmente, ou neuróticos.
Transexualismo não é perversão.
Em 1997, através de sua resolução nº 1428/97, o Conselho Federal de Medicina (C.F.M.) liberou as cirurgias de "Mudança de Sexo", desde que realizadas em Hospitais Universitários, considerando-a como Cirurgia Experimental.
Nesse mesmo ano foi formada na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) uma Equipe Multidisciplinar, cuja finalidade foi dar início a estudos mais elaborados sobre a transexualidade, incluindo o aspecto cirúrgico.
A procura pelo programa foi muito grande, havendo necessidade de adaptação constantes para seu melhor funcionamento.

Travestis são homens que se vestem de mulher, podem modificar seu corpo com silicone, mas não sentem desconforto com seu sexo anatômico.

Também existem mulheres que gostam de vestir-se com roupas masculinas, parecer homens, ou mesmo passam por homens socialmente, por diversos motivos, sem que necessariamente sejam transexuais.


Também não é transexual um homem efeminado que ainda assim sente-se homem, ou uma mulher masculina que mesmo assim não tem dúvida de que é mulher, mesmo que diferente da norma.
Mais claramente, transexuais são pessoas que sentem intimamente que pertencem ao sexo oposto ao seu sexo anatômico.
Um transexual masculino é anatomicamente um homem, mas sente-se como uma mulher desde a infância. Esse sentimento é muitas vezes mantido em segredo por muito tempo, e causa um profundo desconforto psíquico. Um transexual feminino éuma mulher que sente-se intimamente como um homem, também desde a infância


São feitas atualizações em todas as áreas, com terapia grupal, atendimento individual, visita familiar e avaliação por testes psicológicos, antes de qualquer indicação para cirurgia.
Componentes da equipe médica com Guta (3ª posição da esquerda para a direita) .
Atualmente temos os seguintes resultados:
Cirurgias já realizadas - 51 (cinquenta e uma), sendo as transexuais de cidades de Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Maringá (PR), Corumbá (MS), Santa Maria (RS), Belém (PA), São José do Rio Preto (SP), Iturama (MG), Mirassol (SP), Pinhal (SP), Valinhos (SP), Pirassununga (SP), Votuporanga (SP) Araraquara (SP).
Em estudos para indicação cirúrgica temos 28 (vinte oito), H->M (Homem para Mulher) e 3, M->H (Mulher para Homem).
Gravamos em video e transmitimos ao vivo, pela internet, direto do Hospital de Base de São José do Rio Preto - SP, todas as operações realizadas, sempre na última semana de cada mês.
Em nossa "Lista de Espera" temos além de pessoas da região, transexuais de Brasília, Recife, Belo Horizonte e interior da Bahia, também de outros paises, Canadá, México, EUA, Itália e até da França.

Ministério Público defende que cirurgia para troca de sexo seja bancada pelo SUS

((CLIQUE NA FOTO PARA VISUALIZAR MELHOR))




As cirurgias para troca de sexo provocam debate entre instituições médicas e governamentais no Brasil. A operação já é feita em vários estados, mas não é paga pelo Sistema Único de Saúde - SUS. O Ministério Público não aceita a situação e cobra do governo federal o atendimento a esses pacientes. ''O sofrimento do transexual é muito grande. Algumas pessoas, por desinformação, julgam esses casos com preconceito e conservadorismo'', destaca o promotor Diaulas Ribeiro da Promotoria de Defesa dos Usuários de Serviços de Saúde do Distrito Federal - Pró-Vida/DF. Para ele, pessoas com esse distúrbio têm direito a tratamento na rede pública de saúde. Os médicos, por sua vez, precisam de amparo legal para fazer as cirurgias sem que sejam processados. ''São essas duas coisas que o Ministério Público está trabalhando para garantir'', afirma Diaulas. O promotor já enfrentou várias reações indignadas por encaminhar pareceres favoráveis à realização de cirurgia de troca de sexo. Apesar disso, garante que não vai recuar e está prestes a autorizar mais uma operação. Dessa vez, o paciente é o ex-cabo da Aeronáutica José Carlos Silva, 40 anos, que prefere ser chamado de Maria Luiza. Diaulas acredita que a Secretaria de Saúde do Distrito Federal está disposta a pagar pela cirurgia. Ele afirma que cada operação custa R$ 2 mil na rede pública. ''Com o SUS pagando ou não a cirurgia, até o final do ano, ela será realizada. Se não for aqui no DF, será em São Paulo. A Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto já se ofereceu para tratar os nossos casos'', afirma Diaulas. Segundo o secretário de Saúde, Jofran Frejat, não é possível pagar as cirurgias sem ter o apoio do Ministério da Saúde: ''Até agora não há nenhuma definição sobre o assunto.'' Em outros estados, o Ministério Público luta para que o SUS pague a cirurgia. No Rio Grande do Sul, o procurador da república Luiz Carlos Weber enviou pedido à Secretaria de Assistência à Saúde - SAS - do Ministério da Saúde - MS. A iniciativa partiu do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, onde funciona o Programa de Transtorno de Identidade de Gênero (Protig). No centro médico, 30 transexuais esperam pela cirurgia gratuita.

A busca cansativa de muitas transex pela fama.


O quanto vale a fama? ou o preço que você tem que pagar para conseguir chegar até lá? é muito legal massagiar o próprio êgo... Semana passada havia em meu blog um comentario que me perguntava o seguinte " O que você acha das transex que fazem de tudo pra aparece?" Pois é além de fazer de tudo, muitas ainda tentam mostra o que definitivamente nunca seram... A humildade, a simpliscidade, modestia, infelizmente vem meio em baixa pra algumas das nossas garotas que parecem andar meio fora de sintônia com a vida. Sem falar que ninguem precisa mostra que é rica, que é fina e força muito a barra pra que isto seja bastante notado entre os internautas e as outras pessoas... Quem realmente é nunca se expõe tanto assim, você pode se vestir de Dior, versace, chanel ou qualquer uma destas grifes famosas que ditam a moda, mas por dentro sempre irá falta algo que talvez possa valer bem mas que a roupa que você está usando, uma transex chiquerrima agente conhece de longe não precisa nem ela falar!!! se nota na maneira de se expressar, de se dirigir as pessoas, no comportamento que é fundamental é sempre foi... Sei que muitas tem carros importados, roupas de grifes famosas, casas e apartamento de luxo, mas de que adianta se não tivermos a tal "simpliscidade", ser chique nunca foi mostra pras pessoas o que você pode ter, pois isto elas mesmo descobriram sozinhas com o tempo, existem outros atributos que não são nada materias mas que pesam muito mas na vida! Cada um tem livres vontades e desejos é claro! de ser da forma que gosta e que acha legal, mas o que não parece nada legal é esta busca pela fama a todo custo e a todo preço... Muitas se aproveitam até mesmo se por um acaso sairem com algum famoso, pra aumentar o proprio Ibope, independente de ser famosos ou não todos são clientes e homens iguais uns aos outros a ética profissional sempre foi a base de tudo, seja qual for o setor produtivo, discreção é FUNDAMENTAL, sempre foi... Imagina se cada politico, artista, empresário, jornalista e etc... Que procura se nossos serviços como acompanhante forsemos correndo divulgar para imprensa e aparecer na televisão falando bobagens, coisas sem menor sentindo. Tudo acontece na hora certa, no momento exato, sei que muitas sonham em ser atriz,trabalhar na TV, mas antes de tudo existe a ética que muitas vezes é esquecida na hora de por em cena seu proprio talento mostrando a sí mesma que você pode ser ou ter bem mas aparti do momento em que passa a ver as coisas e agir de uma outra forma, vamos sair um pouco do pedestal,do estrelato e da fama que muitas vezes só aconteceu e se fizeram realidade dentro da nossa cabeça e muitas vezes temos que para pra pensar nos danos que você pode esta fazendo ao seu proximo, pois a parti do momento que você é vista por milhares de internautas atraves da internet em varios sites por todo o Brasil com seu anuncio de t-girl acompanhante e seu numero de telefone é evidente que você poderá um dia sair com algum ator famoso, um politico bem conhecido, um jornalista de nome, um empresario de sucesso, mas tudo isto são coisas que devem serem esquecidas ou pelo menos mantidas em sigilo por uma questão de ética aparti do momento que você sai fora do ambiente comercial com seu cliente seja ele quem for, para que haja mas garantia de sua propria vida, porque a parti do momento que você revela a vida dos outros você tambem esta se expondo ao ridiculo fazendo isto. Seja qual for a tentativa pra ficar famosa tudo deve ser feito com moderação e o minimo de respeito aos outros que estão em casa te assistindo e não são obrigados a escutarem estas tolices. Evidente que as pessoas que estão em casa te vendo vão acha que você tem uma clientela fora de serie mas isto não te tornará mas ou menos famosa ou conhecida, ninguém pode ficar famosa por ter saido com um famoso ou por coisa parecida. Uma receita que leva sempre a fama é ter talento, se aprimora, se especializa seja qual for o setor que você deseje obter sucesso... E na hora exata dentro do momento certo com certeza você irá ser reconhecida pelos seus sucessos não precisa ficar se apontando a sí mesma, pois isto os outros o faram no futuro se você consegui trilha seu proprio caminho de reconhecimentos e chega até lá... Sem precisa se alto afirma o tempo todo e se alto reconhece os seus proprios talentos. Evidente que cada uma de nós sabemos do nosso potêncial, mas eles podem ser demostrados de uma outra maneira que eu a chamaria de bem mas "modesta". Este texto não foi elaborado pra atingi ou agredi a ninguém, mas sim pra abri os olhos de quem parece nunca ter enchergado onde se esconde a verdadeira fama. Afinal de contas uma verdadeira Star t-girls não se ultilizará da fama alheia para trilha seu proprio caminho de sucessos pela vida.

terça-feira, 28 de agosto de 2007






Parada do Orgulho GLBT-RIO é transferida para outubro

Nota Oficial
O Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual torna pública a mudança na data de realização da 12ª Parada do Orgulho GLBT-Rio 2007 – agora programada para domingo, 14 de outubro de 2007.
"A Parada do Rio já tem grande visibilidade no país e no exterior, mas resolvemos que seria estratégico – do ponto de vista turístico – e mais interessante para quem participa da Parada realizá-la próxima ao feriado de 12 de outubro. Com isso, garantimos uma festa da cidadania mais bonita, com segurança e com mais participação. Esse ano, estamos com uma campanha publicitária ousada e essa transferência nos dará, também, mais tempo para divulgar nosso evento aos quatro cantos do mundo" explica Cláudio Nascimento, Coordenador de Direitos Humanos e Políticas Públicas do Grupo Arco-Íris e Coordenador Geral da Parada do Orgulho GLBT-Rio 2007.
Primando sempre pela beleza da festa, pela missão de luta pelos direitos de GLBT e combate à homofobia e pela segurança do evento, tanto para os participantes quanto para os moradores do bairro de Copacabana, que acolhem com muito carinho e respeito desde 1995 a Parada, o Grupo Arco-Íris decidiu alterar a data.
Sobre a Parada do Orgulho GLBT-Rio
Tendo a orla de Copacabana como perfeito cenário, a Parada do Orgulho GLBT-Rio 2007 traz esse ano como principal bandeira a aprovação do projeto de lei que criminaliza a homofobia (PL 122/2006) em tramitação no Senado Federal. A campanha de promoção do evento esse ano vem com uma proposta ousada, visando à mobilização e à sensibilização de toda a comunidade GLBT e a sociedade brasileira em favor do respeito às diferenças e à diversidade sexual.
A Parada do Orgulho GLBT- Rio é a primeira parada realizada no Brasil (1995). Tem como objetivos celebrar o dia mundial do orgulho GLBT e reivindicar o reconhecimento dos direitos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Nos últimos anos, a Parada tem sido um instrumento de visibilidade e mobilização social no enfrentamento da homofobia no Brasil.
Em 2006, a Parada do Orgulho GLBT-Rio reuniu 800 mil pessoas, apesar do frio e da forte chuva que durou por todo o dia e a noite, o que comprova o seu importante papel de mobilização política, sem perder a alegria e a espontaneidade - características do evento - constituindo-se assim, uma grande celebração pela liberdade, igualdade, democracia e pacifismo.
Para saber mais informações sobre a 12ª Parada do Orgulho GLBT-Rio, basta acessar o site do Arco-Íris (www.arco-iris.org.br) ou visitar a comunidade "Amigos do Grupo Arco-Íris" no Orkut. O Grupo Arco-Íris também já está cadastrando voluntários para apoiar na realização do evento – os interessados podem entrar em contato com a ONG nos telefones (21) 2238 8292 e 2208 2799 ou no e-mail arco-iris@arco-iris.org.br. Acesse também e faça parte da comunidade "Voluntários da Parada GLBT-Rio".
Informações para a imprensaMárcia Vilella - Coordenação de Comunicação do Grupo Arco-Íris12ª Parada do Orgulho GLBT-Rio 2007Tels: 21 8158 9692 8158 9715 2284 2475target@target.inf.br www.target.inf.br www.arco-iris.org.br
















segunda-feira, 27 de agosto de 2007





Encontro GLBT ressalta importância do combate à homofobia nas pequenas e médias cidades nordestinas



Marcelo Nascimento (à dir.), organizador do Encontro: "momento ímpar de intercâmbio e discussão política das lideranças nordestinas"
No último final de semana aconteceu em Maceió, Alagoas, o 4º Encontro de Grupos Homossexuais Organizados do Nordeste, que reuniu mais de 70 entidades ligadas à defesa de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais da região. Durante o encontro foram debatidos temas como o controle social e monitoramento das políticas públicas, conjuntura nacional e internacional, interiorização das ações, plano nacional de enfrentamento da epidemia de HIV/Aids entre gays, homens que fazem sexo com homens, e travestis, além da agenda das redes nacionais para a região. A conferência de abertura foi proferida pelo deputado federal e membro da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania GLBT Iran Barbosa (PT/SE), que deu um enfoque especial sobre o papel do legislativo no combate à homofobia e na promoção dos direitos da população GLBT.Marcelo Nascimento, organizador do encontro, declarou em entrevista ao G Online, que o evento "integrou uma seqüência de encontros realizados em Olinda (1980), Aracaju (2000) e João Pessoa (2003), sendo que nesse vieram aproximadamente 80 delegados oriundos das capitais e cidades médias e pequenas do nordeste". Para o militante, o encontro foi "um momento ímpar de intercâmbio e discussão política das lideranças nordestinas", região que possui o maior número de entidades GLBT do país.No encontro, foi redigida a “Carta de Princípios da Rede Nordeste de Grupos GLBT” que, entre outros tópicos, declara que a rede tem como objetivo "garantir a representatividade da região Nordeste nos espaços e fóruns de discussão nacional do movimento GLBT”, “fomentar a interiorização das ações de promoção da cidadania GLBT e combate à homofobia, transfobia e lesbofobia, principalmente nas pequenas e médias cidades nordestinas”. Assim como “garantir o respeito à identidade e especificidades culturais nordestinas”.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

É DURO VOLTAR PRO CALÇADÃO!











PRATO DO DIA


Rio: Teatro de Bolsa celebra aniversário com peça da transformista Lorna Washington



O Teatro de Bolsa, espaço cultural voltado para eventos com temática gls, comemora no Rio de Janeiro um ano de existência com a apresentação especial da peça Lorna no Tom no próximo dia 25.O espetáculo da transformista Lorna Washington é a segunda peça da trilogia sobre a presença da diversidade. No palco Lorna conta histórias vividas durante os seus 25 anos de carreira.Nessa apresentação especial a surpresa é que o público poderá também se "montar" de drag. Para as pessoas que quiserem participar da brincadeira haverá adereços como perucas, sapatos plataforma e vestidos para a produção e a maquiagem característica será feita pela transformista Negrini Ventura.A edição especial da peça Lorna no Tom acontece no dia 25 de agosto no Teatro de Bolsa (Travessa Dr. Araújo, 55, Praça da Bandeira). O ingresso custa R$ 10 e 1 kg de alimento não perecível. Maiores informações pelo tel.: (21) 2293-6428.