
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Trios podem se cadastrar até dia 15 para Parada do Orgulho do Rio de Janeiro

A 13ª Parada do Orgulho LGBT do Rio de Janeiro acontece no dia 12 de outubro, mas os grupos interessados em colocar um trio elétrico na orla de Copacabana tem até o dia 15 de setembro para o cadastro.A organização e cadastramento ficam à cargo da associação Amigos da Parada ( fones (21) 2215 0844 e 2222 7286). Este já é considerada o terceiro maior evento carioca, perdendo apenas para o Carnaval e réveillon. No ultimo ano, o público foi de 1,2 milhões de pessoas.O trajeto previsto para este ano é o mesmo, com início no Posto 6 de Copacabana seguindo até o Posto 2. O tema escolhido é "Homofobia: Criminalização Já", e a concentração começa às 13 horas.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Madonna no Brasil: Vendas de ingressos já tem 160 mil cadastrados

Cerca de 160 mil pessoas já se cadastraram para comprar pela internet os ingressos para os shows da cantora Madonna no Brasil, confirmados para o próximo mês de dezembro. Até o último sábado, dia 23 de agosto, o site http://www.ticketsforfun.com.br/, criado pela T4F – produtora do show no Brasil - já havia cadastrado 110 mil pessoas para São Paulo e 50 mil para o Rio.A grande procura fez com que fosse confirmado um show extra de Madonna na capital paulista. O primeiro show da turnê Sticky and Sweet acontecerá no dia 18 de dezembro no estádio do Morumbi e a apresentação extra está confirmada para o dia 20. Antes disso, Madonna estará no Rio de Janeiro no dia 14 de dezembro, no estádio do Maracanã.A expectativa de público para os shows é de 65 mil pessoas por apresentação em São Paulo e 75 mil para o Rio de Janeiro. Os ingressos vão de R$ 160 (arquibancadas) a R$ 600 (pista vip) e começam a ser vendidos no próximo dia 1º de setembro para o Rio de Janeiro e 3 de setembro em São Paulo.
Roberta Close pode voltar a posar nua

Roberta Close, uma das transexuais mais famosas do Brasil, declarou em entrevista recente que pode voltar a posar nua em revistas masculinas. Segundo a entrevista, publicada no site EGO, Roberta – que já participou de ensaios nas revistas Playboy, Ele & Ela e Sexy – estaria negociando um novo contrato ainda para este ano.A proposta é da revista Sexy, mas o valor do cachê não foi divulgado. "Tive uma primeira reunião com o pessoal da revista, mas não tem nada certo. Mas queria que este novo ensaio fosse uma coisa que ficasse na lembrança das pessoas. Que fosse para comprar e guardar", disse ela.Outra questão esclarecida na entrevista foi o boato de que a musa estaria negociando com produtoras para lançar um filme pornô. Embora negue o interesse, Roberta diz que "se acontecesse, gostaria de alguma coisa como O Último Tango em Paris".
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
13ª Parada do Orgulho GLBT - RIO 2008
Nota sobre data de realização
O Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual, ONG responsável pela organização da Parada do Orgulho GLBT-Rio, torna pública que a Parada do Orgulho GLBT-Rio 2008 será realizada no dia 12 de outubro. Como no ano anterior, o evento será na Orla de Copacabana com concentração no Posto 6. Jussara Bernardes Presidente do Grupo Arco-Íris Membro da Comissão de Coordenação da 13ª Parada do Orgulho GLBT-Rio 2008
O Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual, ONG responsável pela organização da Parada do Orgulho GLBT-Rio, torna pública que a Parada do Orgulho GLBT-Rio 2008 será realizada no dia 12 de outubro. Como no ano anterior, o evento será na Orla de Copacabana com concentração no Posto 6. Jussara Bernardes Presidente do Grupo Arco-Íris Membro da Comissão de Coordenação da 13ª Parada do Orgulho GLBT-Rio 2008
Na vitrine do preconceito
Expostas em ruas abertas, divulgando suas intimidades emjornais, revistas e páginas da Internet ou até mesmo andando serenamente numatarde qualquer nas avenidas de suas cidades para dar uma volta ou ir aosupermercado, elas falam além do comum. Trazendo no corpo, a marca de suatransformação. Na maquiagem, muitas vezes pesada, elas não querem agredir.Querem encobrir as imperfeições que a natureza trouxe de desencontro ao modo devida que têm. Elas são diversas, seja na maneira de andar, falar, agir e secomportar. Os graus de instrução variam, embora as chances dadas pela sociedade,na maioria das vezes, sejam muito pequenas ou quase nulas. Acabam tendo comoúnica alternativa, quase sempre predestinada, a prostituição. Elas são astravestis e transexuais. E é sobre elas que falarei um pouco mais neste momento.
Não precisam de camisetas e nem bandeiras do arco-íris. Nospeitos e no corpo siliconizado ou hormonizado, elas trazem sua luta e tambémsofrem as conseqüências desta ousadia em serem do jeito que querem. Querem não,este desejo em trajar-se e viver uma vida diferente do esperado, vai além demero querer. É algo que não pode ser mudado, que está intrínseco à naturezadestas pessoas e que constitui pilar essencial da constituição, quer seja datravesti, quer seja da transexual.
Andar na rua e ser exposta mais do que se deseja. Não consegueser anônima, nem quando quer. As pessoas nos olham e já imaginam nossohistórico: drogada, traficante, prostituta, doente(mental ou aidética) e aindaquerendo “ser mulher”. Não fuja destes conceitos. Eles são inerentes ao seujeito de ser. Onde aprenderam isto tudo, você pode questionar, e eu te digo:“Aprenderam com seus pais, em conversas informais com amigos e amigas, emcolégios sejam públicos ou particulares, e na mídia em geral”. Todo mundo sabedisto, é verdade que não deve ser contestada. Travestis e transexuais são assim– gente que não presta, coisa ruim e do Capeta. Se viverem, merecem apanhar. Seapanharem, merecem morrer. E assim a coisa vai, de geração para geração.
É sempre regra que quem se expõe mais, está mais visível.Isto é claro, para todos nós. Inclusive, deve ser, para você que me lê. Aspessoas têm medo de que quando a pessoa torna público seu jeito de ser, estejeito vai contaminar as pessoas que estão à sua volta. Tudo fica ainda piorquando esta ousadia em tornar público seu modo de ser vai contra regras morais econtra o “normal” ensinado como moralmente correto.
Tudo o que acontece em quatro paredes é permitido, até o queachamos errado. O certo e o errado variam conforme nosso estado de espíritomomentâneo. Os desejos privados, enquanto privados fiquem, são como se nãoexistissem. Agora, quando tornamos públicos estes mesmos desejos, a situaçãomuda drasticamente. Feriu a regra, será punido. Não obedeceu a cartilha, seráeliminado.
Travestis e transexuais ousam tornar públicos desejos,sentimentos e condutas próprias de suas vontades. Contrariam, não de casopensado, a ordem estipulada e ferem moralistas hipócritas e pseudo-religiososque pensam saber da verdade divina. Mal sabem os mesmos e aqui conto um segredo,que Deus é amor- e não o ódio que propagam em seus cultos e centros deconvivência. Gays afeminad@s também ousam isto tudo, e serão condenados aocaldeirão do Diabo? Deus ousou em seu tempo falando de amor ao próximo, união esolidariedade. Deus ousou não para mostrar poder, mas sim para ir de encontro aoque acreditava ser a Verdade.
Está na hora de pararmos de analisar se travestis estão certasou erradas, se gays devem agir de um modo masculino ou feminino e se transexuaissão loucas ou neuróticas. Está na hora de refletirmos porque julgamos tanto? Quemedo é este que nos afasta de vivermos a diversidade que somos? Que lugar é esteque vivemos para crucificar, ao invés de enaltecer as qualidades e riquezas quetod@s, em maior ou menor escala, possuem?
Quando perdermos o medo do nosso próximo, seja ele quem for,notaremos em primeiro lugar, que perdemos muito tempo fechad@s em nossa própriaignorância.
Não precisam de camisetas e nem bandeiras do arco-íris. Nospeitos e no corpo siliconizado ou hormonizado, elas trazem sua luta e tambémsofrem as conseqüências desta ousadia em serem do jeito que querem. Querem não,este desejo em trajar-se e viver uma vida diferente do esperado, vai além demero querer. É algo que não pode ser mudado, que está intrínseco à naturezadestas pessoas e que constitui pilar essencial da constituição, quer seja datravesti, quer seja da transexual.
Andar na rua e ser exposta mais do que se deseja. Não consegueser anônima, nem quando quer. As pessoas nos olham e já imaginam nossohistórico: drogada, traficante, prostituta, doente(mental ou aidética) e aindaquerendo “ser mulher”. Não fuja destes conceitos. Eles são inerentes ao seujeito de ser. Onde aprenderam isto tudo, você pode questionar, e eu te digo:“Aprenderam com seus pais, em conversas informais com amigos e amigas, emcolégios sejam públicos ou particulares, e na mídia em geral”. Todo mundo sabedisto, é verdade que não deve ser contestada. Travestis e transexuais são assim– gente que não presta, coisa ruim e do Capeta. Se viverem, merecem apanhar. Seapanharem, merecem morrer. E assim a coisa vai, de geração para geração.
É sempre regra que quem se expõe mais, está mais visível.Isto é claro, para todos nós. Inclusive, deve ser, para você que me lê. Aspessoas têm medo de que quando a pessoa torna público seu jeito de ser, estejeito vai contaminar as pessoas que estão à sua volta. Tudo fica ainda piorquando esta ousadia em tornar público seu modo de ser vai contra regras morais econtra o “normal” ensinado como moralmente correto.
Tudo o que acontece em quatro paredes é permitido, até o queachamos errado. O certo e o errado variam conforme nosso estado de espíritomomentâneo. Os desejos privados, enquanto privados fiquem, são como se nãoexistissem. Agora, quando tornamos públicos estes mesmos desejos, a situaçãomuda drasticamente. Feriu a regra, será punido. Não obedeceu a cartilha, seráeliminado.
Travestis e transexuais ousam tornar públicos desejos,sentimentos e condutas próprias de suas vontades. Contrariam, não de casopensado, a ordem estipulada e ferem moralistas hipócritas e pseudo-religiososque pensam saber da verdade divina. Mal sabem os mesmos e aqui conto um segredo,que Deus é amor- e não o ódio que propagam em seus cultos e centros deconvivência. Gays afeminad@s também ousam isto tudo, e serão condenados aocaldeirão do Diabo? Deus ousou em seu tempo falando de amor ao próximo, união esolidariedade. Deus ousou não para mostrar poder, mas sim para ir de encontro aoque acreditava ser a Verdade.
Está na hora de pararmos de analisar se travestis estão certasou erradas, se gays devem agir de um modo masculino ou feminino e se transexuaissão loucas ou neuróticas. Está na hora de refletirmos porque julgamos tanto? Quemedo é este que nos afasta de vivermos a diversidade que somos? Que lugar é esteque vivemos para crucificar, ao invés de enaltecer as qualidades e riquezas quetod@s, em maior ou menor escala, possuem?
Quando perdermos o medo do nosso próximo, seja ele quem for,notaremos em primeiro lugar, que perdemos muito tempo fechad@s em nossa própriaignorância.
Desejo por travestis
No começo era o amor, descobriu-se o tesão, iniciou-se a confusão. Que os seres humanos são complexos todos concordam. O que muitas vezes não conseguimos admitir é a diversidade que nos cerca no que tange sentimento e sexualidade. Somos tão plurais que não existimos sozinhos. Raramente vivemos como ermitões, por mais sozinh@s que possamos estar.
Dentro desta amplitude de variações, orientações e condições sexuais, e por que não dizer, sentimentais, nos defrontamos com tabús, preconceitos e muita ignorância. Por que temos que sempre separar sexo de sentimento? Não falo de amor (somente!), mas refiro-me a sentimentos no sentido mais puro que existe: o de coisas que mexem com nosso interior, necessidades e vontades. Antes de iniciar meu texto propriamente dito, gostaria que parássemos de vez com este medo que quase sempre nos envolve. Solte-se! Libere-se! Seja você mesmo em sua essência, sem máscaras ou enganações.
Pronto, agora que você consegiu este importante passo, vamos refletir juntos. O que é o diferente? – Aquilo que não faz parte de nós mesmos em lugar nenhum de nosso íntimo. O que é o anormal? – Aquilo que não desejamos, que julgamos pecado, sujo, maldito e impuro. O que é errado no que diz respeito a sexo e sentimento? – Nada. Isto mesmo, nada que nos faça mais felizes e que não prejudique terceiros pode estar errado (Quando falo prejudicar, não me refiro a questionamentos morais e religiosos. Cada qual sabe o que é eticamente moral e politicamente correto no que tange suas crenças e sua fé).
Agora vou falar do assunto que me trouxe aqui: o desejo pelas travestis. Não procurarei explicar quem são as travestis, nem como elas pensam, o que desejam e com o que sonham. Irei neste artigo, abordar o interesse de homens (em grande escala) e também de mulheres (em menor escala) por travestis. Fiz esta enquete em meu site, durante algum tempo obtive respostas curiosissímas que me levaram a refletir muito sobre todo este mistério que envolve o tesão e prazer, por estes seres que muitas vezes são incompreendidos e marginalizados infelizmente: as travestis.
Repito que este é somente um artigo e não possui cunho científico algum. É somente para ampliarmos a visão do mundo que nos cerca e das diversas pessoas que nele convivem. É um artigo para que deixemos um pouco de lado nossas certezas, e possamos imaginar que muitas são as verdades neste quebra-cabeças da vida.
Não poderia eu deixar de mencionar, em primeiro lugar, os vários pontos comuns que encontrei nos depoimentos que colhi nesta pesquisa:
Quase 80% se declararam fãs de travestis devido à dualidade feminino/masculino
Mais de 83% citaram o pênis como um grande atrativo das travestis (sem considerarem as travestis como sendo homens)
75% gostam nas travestis da cabeça liberal e do sexo sem restrições e/ou limites
94% afirmam serem as travestis mulheres com “algo a mais”, mais completas e que fazem melhor sexo anal e/ou oral
13% buscam sair com as travestis para usarem suas roupas e soltarem suas fantasias de “serem mulheres” por algum tempo
47% dizem encontrar nas travestis, pessoas mais compreensivas e abertas ao diálogo.
90% dos entrevistados mencionam que as travestis sabem dar mais prazer a um homem e conhecem melhor o corpo do homem com quem está.
65% declaram que travestis são mais fogosas e querem sexo a toda hora.
70% citam a extravagância dos modos, as roupas exuberantes e o corpo avantajado como a maior riqueza para procurar as travestis.
82% elegem nas travestis o cuidado consigo mesmas, com a estética e com a beleza da sua transformação.
Analisando ainda as respostas dadas, percebe-se que muitos homens saem com travestis por quererem uma relação mais completa (seja sendo ativo, fazendo passivo, recebendo ou fazendo sexo oral). Gostam deste leque de opções que a travesti oferece como poder de sedução. Percebe-se que no mercardo da prostituição é mais valorizada a travesti que faz mais coisas, sexualmente falando. Não importa muito quantas linguas ela fale ou que faculdade ela terminou (quando consegue!). O que interessa é a versatilidade na hora de dar e receber prazer. A valoração é diretamente proporcional: quanto mais faz sexualmente, mais cotada a travesti fica.
Há uma rejeição muito grande do masculino. Todos foram quase unânimes em afirmar que buscam a travesti mais feminina, mas sempre com o “adereço” masculino mais proeminente e avantajado. A idéia de uma mulher com pênis é muito forte, bem como a de uma “mulher” com atributos acima do padrão estético comum. Quanto mais bunda tiver, mais peito colocar e melhor ereção manter, mais requisitada será a travesti. Há lógico os que não buscam prazer no pênis da travesti e que não se excitam em ver, tocar ou manusear o órgão sexual dela, mas estes casos são bem raros, pelo menos na enquete que estou tomando por base. A maioria esmagadora rejeita a hipótese de transar com homens, até mesmo quando são passivos com as travestis. Não sentem-se bissexuais e nem homossexuais. Ficam até ofendidos com este tipo de considerações.
Muito forte está o conceito da liberalidade das travestis com relação às questões sexuais. É unanimidade quase total, que travestis são mais fogosas, permitem realizar fantasias e desejos secretos (por mais secretos que sejam) , e não necessitam em troca receber o vínculo do compromisso ou do relacionamento. Na opinião das pessoas que participaram do questionamento, as travestis estão sempre prontas quando se deseja, maquiadas, femininas e cheirosas quando se quer e loucas por sexo no mesmo momento em que são procuradas. A imagem sexual da travesti é sempre mencionada em todos os relatos, e só em 4% houve menção a algo mais romântico ou não simplesmente sexual.
A curiosidade em saber como é ousar o “natural” estipulado pela nossa sociedade e ultrapassar o limite imposto do gênero, também recebem destaque na opção por procurar uma travesti. No pensar de alguns, vem a reflexão: “Como podem mulheres tão lindas, estupendas e maravilhosas, serem homens como eu?”. Vários são os que dizem que mulheres não gostam tanto de homens quanto as travestis. A dedicação da travesti em realizar o homem, e em vê-lo cheio de prazer e ejaculando, são mais algumas das muitas características que foram mencionadas.
O sexo anal vem bem cotado na lista dos porquês de sair com uma travesti. O tabú com relação ao sexo anal entre as mulheres ainda é grande, e algumas das que aderem a esta modalidade sexual, o fazem simplesmente pelo prazer do parceiro. E não por sentirem prazer com o sexo anal. Os homens ressaltam o prazer que as travestis têm sendo possuidas pelo ânus e de quatro, os sussuros e gemidos que são dados durante a penetração e o tesão que explode de forma visível pelo pênis da travesti depois de uma transa realmente gratificante.
Há ainda alguns casos que aconteceram em menor escala, mas creio serem importantes de receberem menção, se não pela quantidade, pela curiosidade do fato em si. Apareceram poucos depoimentos, mas muito incisivos, de homens que saem com travestis por não terem coragem de sair com homens. O desejo é por homens, mas as travestis são uma espécie de atalho enquando não surge a coragem necessária para sair com alguém do mesmo sexo. Como eu já disse anteriormente, a quase totalidade das pessoas aprova a idéia de que travestis não são homens, mas sim “mulheres com um detalhes a mais”. Neste sentido, as travestis vem a ser o caminho mais curto para se chegar mais perto do que se deseja, sem passar pelos grilos, neuroses e cobranças que uma relação homossexual possa vir a acarretar.
Também três mulheres participaram da enquete e foram categóricas em afirmar que saem com travestis e que gostam de pagar. E que pagando, gostam de mandar. Falam da docilidade de muitas travestis em atender aos pedidos sem questionamentos maiores e também do prazer que sentem em estarem com um homem que não tem medo de assumir seu lado mais feminino, chegando até a exteriorizá-lo no seu cotidiano.
Nossa, quantas coisas numa simples enquete e num rápido questionamento. Creio que não temos como não refletir diante disto tudo, independentemente de nossa orientação sexual. Para mim, várias coisas ficaram mais claras e muitas foram levantadas sem que eu nunca tivesse sequer pensado a respeito. Das que ficaram mais claras é que a questão do gênero deve sempre servir de base para todas as discussões que envolvam sexualidade e seres humanos, e que ainda estamos engatinhando na descoberta da enorme diversidade que somos. Já no que tange o que atordoou um pouco meu pensamento, é a de que ainda travestis são vistas quase sempre como fetiches, fantasias sexuais e meros objetos de fazer sexo. Do ser humano travesti, quase nada foi acrescentado. Até quando será mantido este pensamento?
Dentro desta amplitude de variações, orientações e condições sexuais, e por que não dizer, sentimentais, nos defrontamos com tabús, preconceitos e muita ignorância. Por que temos que sempre separar sexo de sentimento? Não falo de amor (somente!), mas refiro-me a sentimentos no sentido mais puro que existe: o de coisas que mexem com nosso interior, necessidades e vontades. Antes de iniciar meu texto propriamente dito, gostaria que parássemos de vez com este medo que quase sempre nos envolve. Solte-se! Libere-se! Seja você mesmo em sua essência, sem máscaras ou enganações.
Pronto, agora que você consegiu este importante passo, vamos refletir juntos. O que é o diferente? – Aquilo que não faz parte de nós mesmos em lugar nenhum de nosso íntimo. O que é o anormal? – Aquilo que não desejamos, que julgamos pecado, sujo, maldito e impuro. O que é errado no que diz respeito a sexo e sentimento? – Nada. Isto mesmo, nada que nos faça mais felizes e que não prejudique terceiros pode estar errado (Quando falo prejudicar, não me refiro a questionamentos morais e religiosos. Cada qual sabe o que é eticamente moral e politicamente correto no que tange suas crenças e sua fé).
Agora vou falar do assunto que me trouxe aqui: o desejo pelas travestis. Não procurarei explicar quem são as travestis, nem como elas pensam, o que desejam e com o que sonham. Irei neste artigo, abordar o interesse de homens (em grande escala) e também de mulheres (em menor escala) por travestis. Fiz esta enquete em meu site, durante algum tempo obtive respostas curiosissímas que me levaram a refletir muito sobre todo este mistério que envolve o tesão e prazer, por estes seres que muitas vezes são incompreendidos e marginalizados infelizmente: as travestis.
Repito que este é somente um artigo e não possui cunho científico algum. É somente para ampliarmos a visão do mundo que nos cerca e das diversas pessoas que nele convivem. É um artigo para que deixemos um pouco de lado nossas certezas, e possamos imaginar que muitas são as verdades neste quebra-cabeças da vida.
Não poderia eu deixar de mencionar, em primeiro lugar, os vários pontos comuns que encontrei nos depoimentos que colhi nesta pesquisa:
Quase 80% se declararam fãs de travestis devido à dualidade feminino/masculino
Mais de 83% citaram o pênis como um grande atrativo das travestis (sem considerarem as travestis como sendo homens)
75% gostam nas travestis da cabeça liberal e do sexo sem restrições e/ou limites
94% afirmam serem as travestis mulheres com “algo a mais”, mais completas e que fazem melhor sexo anal e/ou oral
13% buscam sair com as travestis para usarem suas roupas e soltarem suas fantasias de “serem mulheres” por algum tempo
47% dizem encontrar nas travestis, pessoas mais compreensivas e abertas ao diálogo.
90% dos entrevistados mencionam que as travestis sabem dar mais prazer a um homem e conhecem melhor o corpo do homem com quem está.
65% declaram que travestis são mais fogosas e querem sexo a toda hora.
70% citam a extravagância dos modos, as roupas exuberantes e o corpo avantajado como a maior riqueza para procurar as travestis.
82% elegem nas travestis o cuidado consigo mesmas, com a estética e com a beleza da sua transformação.
Analisando ainda as respostas dadas, percebe-se que muitos homens saem com travestis por quererem uma relação mais completa (seja sendo ativo, fazendo passivo, recebendo ou fazendo sexo oral). Gostam deste leque de opções que a travesti oferece como poder de sedução. Percebe-se que no mercardo da prostituição é mais valorizada a travesti que faz mais coisas, sexualmente falando. Não importa muito quantas linguas ela fale ou que faculdade ela terminou (quando consegue!). O que interessa é a versatilidade na hora de dar e receber prazer. A valoração é diretamente proporcional: quanto mais faz sexualmente, mais cotada a travesti fica.
Há uma rejeição muito grande do masculino. Todos foram quase unânimes em afirmar que buscam a travesti mais feminina, mas sempre com o “adereço” masculino mais proeminente e avantajado. A idéia de uma mulher com pênis é muito forte, bem como a de uma “mulher” com atributos acima do padrão estético comum. Quanto mais bunda tiver, mais peito colocar e melhor ereção manter, mais requisitada será a travesti. Há lógico os que não buscam prazer no pênis da travesti e que não se excitam em ver, tocar ou manusear o órgão sexual dela, mas estes casos são bem raros, pelo menos na enquete que estou tomando por base. A maioria esmagadora rejeita a hipótese de transar com homens, até mesmo quando são passivos com as travestis. Não sentem-se bissexuais e nem homossexuais. Ficam até ofendidos com este tipo de considerações.
Muito forte está o conceito da liberalidade das travestis com relação às questões sexuais. É unanimidade quase total, que travestis são mais fogosas, permitem realizar fantasias e desejos secretos (por mais secretos que sejam) , e não necessitam em troca receber o vínculo do compromisso ou do relacionamento. Na opinião das pessoas que participaram do questionamento, as travestis estão sempre prontas quando se deseja, maquiadas, femininas e cheirosas quando se quer e loucas por sexo no mesmo momento em que são procuradas. A imagem sexual da travesti é sempre mencionada em todos os relatos, e só em 4% houve menção a algo mais romântico ou não simplesmente sexual.
A curiosidade em saber como é ousar o “natural” estipulado pela nossa sociedade e ultrapassar o limite imposto do gênero, também recebem destaque na opção por procurar uma travesti. No pensar de alguns, vem a reflexão: “Como podem mulheres tão lindas, estupendas e maravilhosas, serem homens como eu?”. Vários são os que dizem que mulheres não gostam tanto de homens quanto as travestis. A dedicação da travesti em realizar o homem, e em vê-lo cheio de prazer e ejaculando, são mais algumas das muitas características que foram mencionadas.
O sexo anal vem bem cotado na lista dos porquês de sair com uma travesti. O tabú com relação ao sexo anal entre as mulheres ainda é grande, e algumas das que aderem a esta modalidade sexual, o fazem simplesmente pelo prazer do parceiro. E não por sentirem prazer com o sexo anal. Os homens ressaltam o prazer que as travestis têm sendo possuidas pelo ânus e de quatro, os sussuros e gemidos que são dados durante a penetração e o tesão que explode de forma visível pelo pênis da travesti depois de uma transa realmente gratificante.
Há ainda alguns casos que aconteceram em menor escala, mas creio serem importantes de receberem menção, se não pela quantidade, pela curiosidade do fato em si. Apareceram poucos depoimentos, mas muito incisivos, de homens que saem com travestis por não terem coragem de sair com homens. O desejo é por homens, mas as travestis são uma espécie de atalho enquando não surge a coragem necessária para sair com alguém do mesmo sexo. Como eu já disse anteriormente, a quase totalidade das pessoas aprova a idéia de que travestis não são homens, mas sim “mulheres com um detalhes a mais”. Neste sentido, as travestis vem a ser o caminho mais curto para se chegar mais perto do que se deseja, sem passar pelos grilos, neuroses e cobranças que uma relação homossexual possa vir a acarretar.
Também três mulheres participaram da enquete e foram categóricas em afirmar que saem com travestis e que gostam de pagar. E que pagando, gostam de mandar. Falam da docilidade de muitas travestis em atender aos pedidos sem questionamentos maiores e também do prazer que sentem em estarem com um homem que não tem medo de assumir seu lado mais feminino, chegando até a exteriorizá-lo no seu cotidiano.
Nossa, quantas coisas numa simples enquete e num rápido questionamento. Creio que não temos como não refletir diante disto tudo, independentemente de nossa orientação sexual. Para mim, várias coisas ficaram mais claras e muitas foram levantadas sem que eu nunca tivesse sequer pensado a respeito. Das que ficaram mais claras é que a questão do gênero deve sempre servir de base para todas as discussões que envolvam sexualidade e seres humanos, e que ainda estamos engatinhando na descoberta da enorme diversidade que somos. Já no que tange o que atordoou um pouco meu pensamento, é a de que ainda travestis são vistas quase sempre como fetiches, fantasias sexuais e meros objetos de fazer sexo. Do ser humano travesti, quase nada foi acrescentado. Até quando será mantido este pensamento?
Quem é o ATIVO num relacionamento T-lover X T-gata?

Senhor Pinto
Peço licença a Donatien Alphonse François de Sade, o ilustre Marquês de Sade, para usar o nome de uma de suas obras mais conhecidas para batizar esta coluna que começo a publicar a partir de agora na Casa da Maitê. Peço também licença a Maitê para entrar nesta casa que ela tão gentilmente abriu as portas. Neste local que é sinônimo de convivência, tolerância, amizade, amor. E é também uma casa que exala (metaforicamente) aquele forte e enebriante perfume que é uma mistura de sexo, água de colônia, pasta de dente, suor. Nesse sentido, o nome desta coluna tem tudo a ver com o que eu escreverei aqui semanalmente. É uma seção para falar sobre gente, situações e lugares que freqüentamos. Falarei sobre experiências que vivi ou ainda vivo, meus sonhos, minhas fantasias, meus medos. Quero também que todos se sintam a vontade para comentar, concordando ou discordando. Não sou o dono da verdade.
Para quem não me conhece, sou o que em nosso círculo se chama de T-Lover. É um nome simpático usado para definir homens que gostam de travestis, se relacionam com travestis e, acima de tudo, respeitam essas mulheres e as tratam como tal. Talvez um dia se encontre uma palavra que defina melhor esse homem que, na maioria das vezes, leva uma vida dupla: tem namorada, noiva ou esposa e por isso não pode ser visto na companha de travestis, ou é sozinho mas mesmo assim teme ser visto em “má companhia”. Teme o estigma de ser identificado como gay, bicha, viado, gilete ou outras palavras que sempre são usadas depreciativamente quando o objetivo é rotular alguém que foge do padrão aceito pela sociedade.
E este é outro grande problema que aflige os T-Lovers: a rotulação. Tanto é um problema que a maior parte das conversas em fóruns dedicados ao tema versa sobre isso. O cara já saiu alguma vez com uma travesti ou morre de vontade de sair. A primeira coisa que ele pergunta a alguém mais experiente: “Será que eu sou hetero, homo ou bi?” Como se uma resposta a essa pergunta pudesse libertá-lo de um pesadelo. Como se pudesse impedi-lo de ser feliz com suas escolhas. E a resposta que parece mais adequada para ele sempre é dita: “Relaxa, você gosta do que as travestis têm de feminino, então você é hetero.” Mas e se o cara que gosta de um lindo corpo feminino, seios fantásticos, também gostar de dar uma pegadinha no pau da menina? E se além da pegadinha ele também gostar de dar uma chupadinha naquele pau tão lindo? E se ele quiser sentir a experiência de ser penetrado por aquela “mulher com pinto”? E se ele gostar de tudo isso junto? Aí chovem as explicações e, principalmente, as maldades que alguns T-Lovers e mesmo T-Gatas destilam contra esse coitado que só queria ser feliz. E há os que ostentam em seus nicks na internet a palavra que os difere dos demais: ativo.
Para eles, ativo é o que comanda, o que dá as ordens, o que enfia (nunca é enfiado). Em suma, é o “homem” da relação. Alguns até pegam e chupam um lindo pau (a única conceção que dizem fazer). Há alguns que juram que nem olham o dito cujo, como se fosse possível ignorar um penduricalho que, quando excitado, cresce várias vezes além de seu tamanho em repouso e expele um líquido esbranquiçado, de cheiro forte, que muitas vezes sai em esguichos e escorre pelas pernas ou pelo peito de quem está sendo “ativo” na relação.
No meu dicionário de T-Lover, ativo é o cara que decide fazer algo, que decide sair de sua casca e se relacionar com uma T-Gata. Todo homem que consegue vencer a barreira do preconceito e do medo é ativo, porque agiu, fez algo importante para mudar sua vida. E não tenham dúvida de que esse é um passo importante que mudará para sempre a vida desse homem de coragem.
Sonho com um dia em que essas divisões entre as pessoas terminem, que elas não sejam rotuladas por suas preferências sexuais. Não importa se você come, dá, chupa ou pega. Como diz a sabedoria popular, quem está na chuva é para se molhar.
Para falar direto com Senhor Pinto - o email é-->senhorpinto2000@yahoo.com.br
Para quem não me conhece, sou o que em nosso círculo se chama de T-Lover. É um nome simpático usado para definir homens que gostam de travestis, se relacionam com travestis e, acima de tudo, respeitam essas mulheres e as tratam como tal. Talvez um dia se encontre uma palavra que defina melhor esse homem que, na maioria das vezes, leva uma vida dupla: tem namorada, noiva ou esposa e por isso não pode ser visto na companha de travestis, ou é sozinho mas mesmo assim teme ser visto em “má companhia”. Teme o estigma de ser identificado como gay, bicha, viado, gilete ou outras palavras que sempre são usadas depreciativamente quando o objetivo é rotular alguém que foge do padrão aceito pela sociedade.
E este é outro grande problema que aflige os T-Lovers: a rotulação. Tanto é um problema que a maior parte das conversas em fóruns dedicados ao tema versa sobre isso. O cara já saiu alguma vez com uma travesti ou morre de vontade de sair. A primeira coisa que ele pergunta a alguém mais experiente: “Será que eu sou hetero, homo ou bi?” Como se uma resposta a essa pergunta pudesse libertá-lo de um pesadelo. Como se pudesse impedi-lo de ser feliz com suas escolhas. E a resposta que parece mais adequada para ele sempre é dita: “Relaxa, você gosta do que as travestis têm de feminino, então você é hetero.” Mas e se o cara que gosta de um lindo corpo feminino, seios fantásticos, também gostar de dar uma pegadinha no pau da menina? E se além da pegadinha ele também gostar de dar uma chupadinha naquele pau tão lindo? E se ele quiser sentir a experiência de ser penetrado por aquela “mulher com pinto”? E se ele gostar de tudo isso junto? Aí chovem as explicações e, principalmente, as maldades que alguns T-Lovers e mesmo T-Gatas destilam contra esse coitado que só queria ser feliz. E há os que ostentam em seus nicks na internet a palavra que os difere dos demais: ativo.
Para eles, ativo é o que comanda, o que dá as ordens, o que enfia (nunca é enfiado). Em suma, é o “homem” da relação. Alguns até pegam e chupam um lindo pau (a única conceção que dizem fazer). Há alguns que juram que nem olham o dito cujo, como se fosse possível ignorar um penduricalho que, quando excitado, cresce várias vezes além de seu tamanho em repouso e expele um líquido esbranquiçado, de cheiro forte, que muitas vezes sai em esguichos e escorre pelas pernas ou pelo peito de quem está sendo “ativo” na relação.
No meu dicionário de T-Lover, ativo é o cara que decide fazer algo, que decide sair de sua casca e se relacionar com uma T-Gata. Todo homem que consegue vencer a barreira do preconceito e do medo é ativo, porque agiu, fez algo importante para mudar sua vida. E não tenham dúvida de que esse é um passo importante que mudará para sempre a vida desse homem de coragem.
Sonho com um dia em que essas divisões entre as pessoas terminem, que elas não sejam rotuladas por suas preferências sexuais. Não importa se você come, dá, chupa ou pega. Como diz a sabedoria popular, quem está na chuva é para se molhar.
Para falar direto com Senhor Pinto - o email é-->senhorpinto2000@yahoo.com.br
Travestis são fadas
Fadas, segundo a crendice popular, são criaturas que podem aparecer edesaparecer num piscar de olhos. Mudam de forma quando sentem vontade. Deixamsorte e felicidade por onde passam. São aparentemente frágeis, mas muitopoderosas. Só as pessoas intuitivas podem percebê-las.
As fadas são diferentes entre si, de acordo com a região ou a atividade aelas relacionadas. São geralmente pequenas, podendo ter alguns poucoscentímetros a até um metro de altura. Algumas delas contam com a habilidade deassumirem formas e dimensões humanas, quando são classificadas como "fadasgigantes".
Travestis também são diferentes, tanto no modo de se vestir, agir e pensar.Variam na forma e tamanho, bem como na quantidade de hormônio e siliconeaplicados. São poderosas, por ousarem remar contra a maré da naturalidadeimposta pela sociedade, e buscar sua verdadeira essência.
As fadas não habitam este mundo, no entanto há lugares e ingredientes mágicosque fazem com que a fronteira entre o seu mundo e o nosso diminua. Quando issoacontece é possível vê-las durante breves instantes ou mesmo algumas horas! Asfadas são seres reais, mas que possuem um corpo real, que trabalham e vivem nomundo astral onde se encontram em espera todos os votos, todos os desejos doshumanos. Esses desejos encontram-se no mundo das Fadas à espera para seremrealizados no mundo real. Travestis parecem não habitar nosso mundo também, pornão ser-lhes concedido o direito de viver durante o dia e somente poderemcircular à margem de nossa sociedade hipócrita e ainda com morais antigas e jáem desuso. Travestis, assim como as fadas, estão vinculadas a atender os sonhose desejos de mortais. São partes da fantasia de muitos e realidade de alguns,que ousam permitir esta viagem ao mundo da Diversidade.
Por estarem associadas a mitos pagãos, os líderes religiosos da Idade Médiarotularam as fadas de "espíritos demoníacos", tentando desmistificá-las nosantigos ritos e crenças encontrados em toda a Europa. Contudo, existemreferências a elas por todos os cantos do globo. No Japão, crê-se que podem serencontradas em certos bonsais sagrados. Na África, elas são invocadaspara obter certos favores. No Brasil as travestis também foram tidas como sujas,pecadoras e malditas, e ainda nos usam em troca de favores, mas não perdemosnossa força e graça, e continuamos a abanar nossas asas (com ou semsilicone!)
As fadas, assim com as travestis, existem há muito, muito tempo...Segundo James Matthew Barne, o autor da obra "Peter Pan" a primeira fadanasceu com o sorriso do primeiro bebê. A primeira travesti surgiu com odescontentamento de não conseguir ver-se no espelho. Um corpo masculino quehavia necessidade de ser transformado, ou vive-versa. Seriam asfadas-vampiros?
Apesar de apresentarem uma forma quase humana, as fadas não são animais, massim seres elementares. São personificações de elementos da natureza como a água,o fogo, o ar ou a terra, e é por isso que são tão instáveis. Boas ou más...Quando se trata de saber com o que podemos contar é completamente indiferente! Éimpossível saber o que uma fada pensa ou como vai reagir a seguir.Geralmentevivem em grupo, mas também existem fadas solitárias. Creio sermos todos oscidadãos, iguais às fadas, concorda? Com nossas dualidades, altos, baixos,devaneios, acertos e loucuras...
A maioria das fadas não são conflituosas, mas são implacáveis no que toca àdefesa do seu grupo ou território contra agressões externas (outrasfadas,animais ou humanos). O que se sabe é que cada fada, assim como astravestis, têm sua própria natureza e são diferentes umas das outras. Assim,existem aquelas que devemos evitar, da mesma maneira que evitamos àquelaspessoas que consideramos indesejáveis.
As fadas e travestis gostam de beleza e luxúria e seus contos geralmentefalam de muito ouro e pedras preciosas. Close, glamour e poder. É preciso levarem conta que vivem em um plano em que o pensamento é ação e criar a partir desonhos é sempre muito fácil.
Será que as fadas são imortais? Acredita-se que não, uma vez que existemmuitas estórias nos contando a respeito de funerais de fadas. Entretanto, comocontam outras estórias, podem viver entre 400 a 1000 anos. Se elas sereencarnam, ninguém sabe dizer.
As fadas, bem como suas parentes próximas morfologicamente delineadas a seubel prazer, são seres extremamente sensíveis. São facilmente magoáveis e esta éa principal razão pela qual são chamadas por termos carinhosos. Quando vocêestiver em estado alterado de consciência, precisa ser cuidadoso com elas, nãoolhar para as plantas de seus pés, não elevar a voz ou assustá-las arremessandoalgo em sua direção. Cuidado filhinhos de papai, ao fazerem destes seres humanos(e alados!) alvos de sua homofobia ou canais de exteriorização odiosa de repúdioà sua própria homossexualidade. O feitiço pode virar contra o feiticeiro!
A mística Suelen Willians diz que ter uma boneca em forma de fada no quartotraz bons fluídos e proteção. Quem sabe se você possuir uma fada-boneca seria omelhor caminho para transformar seus sonhos em realidade? Este é um dos seusgrandes dons destes seres mágicos e tão pouco compreendidos.
Um aviso: jamais espie o banho das fadas na cachoeira. É um ritual mágico esecreto. Quem desobedecer mergulhará no mundo da fantasia e não conseguirá maisvoltar para a vida real. Mas afinal, quem prefere viver a dura realidade a vivereternamente embalado por este conto de fadas?
Maite Schneider
As fadas são diferentes entre si, de acordo com a região ou a atividade aelas relacionadas. São geralmente pequenas, podendo ter alguns poucoscentímetros a até um metro de altura. Algumas delas contam com a habilidade deassumirem formas e dimensões humanas, quando são classificadas como "fadasgigantes".
Travestis também são diferentes, tanto no modo de se vestir, agir e pensar.Variam na forma e tamanho, bem como na quantidade de hormônio e siliconeaplicados. São poderosas, por ousarem remar contra a maré da naturalidadeimposta pela sociedade, e buscar sua verdadeira essência.
As fadas não habitam este mundo, no entanto há lugares e ingredientes mágicosque fazem com que a fronteira entre o seu mundo e o nosso diminua. Quando issoacontece é possível vê-las durante breves instantes ou mesmo algumas horas! Asfadas são seres reais, mas que possuem um corpo real, que trabalham e vivem nomundo astral onde se encontram em espera todos os votos, todos os desejos doshumanos. Esses desejos encontram-se no mundo das Fadas à espera para seremrealizados no mundo real. Travestis parecem não habitar nosso mundo também, pornão ser-lhes concedido o direito de viver durante o dia e somente poderemcircular à margem de nossa sociedade hipócrita e ainda com morais antigas e jáem desuso. Travestis, assim como as fadas, estão vinculadas a atender os sonhose desejos de mortais. São partes da fantasia de muitos e realidade de alguns,que ousam permitir esta viagem ao mundo da Diversidade.
Por estarem associadas a mitos pagãos, os líderes religiosos da Idade Médiarotularam as fadas de "espíritos demoníacos", tentando desmistificá-las nosantigos ritos e crenças encontrados em toda a Europa. Contudo, existemreferências a elas por todos os cantos do globo. No Japão, crê-se que podem serencontradas em certos bonsais sagrados. Na África, elas são invocadaspara obter certos favores. No Brasil as travestis também foram tidas como sujas,pecadoras e malditas, e ainda nos usam em troca de favores, mas não perdemosnossa força e graça, e continuamos a abanar nossas asas (com ou semsilicone!)
As fadas, assim com as travestis, existem há muito, muito tempo...Segundo James Matthew Barne, o autor da obra "Peter Pan" a primeira fadanasceu com o sorriso do primeiro bebê. A primeira travesti surgiu com odescontentamento de não conseguir ver-se no espelho. Um corpo masculino quehavia necessidade de ser transformado, ou vive-versa. Seriam asfadas-vampiros?
Apesar de apresentarem uma forma quase humana, as fadas não são animais, massim seres elementares. São personificações de elementos da natureza como a água,o fogo, o ar ou a terra, e é por isso que são tão instáveis. Boas ou más...Quando se trata de saber com o que podemos contar é completamente indiferente! Éimpossível saber o que uma fada pensa ou como vai reagir a seguir.Geralmentevivem em grupo, mas também existem fadas solitárias. Creio sermos todos oscidadãos, iguais às fadas, concorda? Com nossas dualidades, altos, baixos,devaneios, acertos e loucuras...
A maioria das fadas não são conflituosas, mas são implacáveis no que toca àdefesa do seu grupo ou território contra agressões externas (outrasfadas,animais ou humanos). O que se sabe é que cada fada, assim como astravestis, têm sua própria natureza e são diferentes umas das outras. Assim,existem aquelas que devemos evitar, da mesma maneira que evitamos àquelaspessoas que consideramos indesejáveis.
As fadas e travestis gostam de beleza e luxúria e seus contos geralmentefalam de muito ouro e pedras preciosas. Close, glamour e poder. É preciso levarem conta que vivem em um plano em que o pensamento é ação e criar a partir desonhos é sempre muito fácil.
Será que as fadas são imortais? Acredita-se que não, uma vez que existemmuitas estórias nos contando a respeito de funerais de fadas. Entretanto, comocontam outras estórias, podem viver entre 400 a 1000 anos. Se elas sereencarnam, ninguém sabe dizer.
As fadas, bem como suas parentes próximas morfologicamente delineadas a seubel prazer, são seres extremamente sensíveis. São facilmente magoáveis e esta éa principal razão pela qual são chamadas por termos carinhosos. Quando vocêestiver em estado alterado de consciência, precisa ser cuidadoso com elas, nãoolhar para as plantas de seus pés, não elevar a voz ou assustá-las arremessandoalgo em sua direção. Cuidado filhinhos de papai, ao fazerem destes seres humanos(e alados!) alvos de sua homofobia ou canais de exteriorização odiosa de repúdioà sua própria homossexualidade. O feitiço pode virar contra o feiticeiro!
A mística Suelen Willians diz que ter uma boneca em forma de fada no quartotraz bons fluídos e proteção. Quem sabe se você possuir uma fada-boneca seria omelhor caminho para transformar seus sonhos em realidade? Este é um dos seusgrandes dons destes seres mágicos e tão pouco compreendidos.
Um aviso: jamais espie o banho das fadas na cachoeira. É um ritual mágico esecreto. Quem desobedecer mergulhará no mundo da fantasia e não conseguirá maisvoltar para a vida real. Mas afinal, quem prefere viver a dura realidade a vivereternamente embalado por este conto de fadas?
Maite Schneider
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Autorizada cirurgia de mudança de sexo feita pelos SUS
O Diário Oficial da União publicou nesta terça-feira, dia 19 de agosto, a portaria n.º 1.707 do Ministério da Saúde que estabelece que a cirurgia de transgenitalização, conhecida popularmente como mudança de sexo, fará parte dos procedimentos médicos que devem estar disponíveis nos hospitais brasileiros atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).Segundo o texto, o processo deverá ocorrer em todos os hospitais públicos do país. Na norma também estão informações importantes como a de que a cirurgia é apenas o último passo para a identidade de gênero. As providências necessárias para a implantação e estruturação cabe agora à Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde.Vale ressaltar que a primeira portaria não garante a ação imediata das cirurgias. Uma segunda portaria irá estabelecer os critérios do procedimento e uma terceira indicará os locais onde as equipes responsáveis já estão disponíveis.Confira o texto na íntegra:GABINETE DO MINISTRO PORTARIA No- 1.707, DE 18 DE AGOSTO DE 2008 Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o Processo Transexualizador, a ser implantado nas unidades federadas, respeitadas as competências das três esferas de gestão. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das suas atribuições, que lhe confere os incisos I e II do parágrafo único do artigo 87 da Constituição e, Considerando que a orientação sexual e a identidade de gênero são fatores reconhecidos pelo Ministério da Saúde como determinantes e condicionantes da situação de saúde, não apenas por implicarem práticas sexuais e sociais específicas, mas também por expor a população GLBTT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) a agravos decorrentes do estigma, dos processos discriminatórios e de exclusão que violam seus direitos humanos, dentre os quais os direitos à saúde, à dignidade, à não discriminação, à autonomia e ao livre desenvolvimento da personalidade; Considerando que a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde, instituída pela Portaria nº 675/GM, de 31 de março de 2006, menciona, explicitamente, o direito ao atendimento humanizado e livre de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero a todos os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS); Considerando que o transexualismo trata-se de um desejo de viver e ser aceito na condição de enquanto pessoa do sexo oposto, que em geral vem acompanhado de um mal-estar ou de sentimento de inadaptação por referência a seu próprio sexo anatômico, situações estas que devem ser abordadas dentro da integralidade da atenção à saúde preconizada e a ser prestada pelo SUS; Considerando a Resolução nº 1.652, de 6 de novembro de 2002, do Conselho Federal de Medicina, que dispõe sobre a cirurgia do transgenitalismo; Considerando a necessidade de regulamentação dos procedimentos de transgenitalização no SUS; Considerando a necessidade de se estabelecerem as bases para as indicações, organização da rede assistencial, regulação do acesso, controle, avaliação e auditoria do processo transexualizador no SUS, e Considerando a pactuação ocorrida na Reunião da Comissão Intergestores Tripartite - CIT do dia 31 de julho de 2008, resolve: Art. 1º Instituir, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o Processo Transexualizador a ser empreendido em serviços de referência devidamente habilitados à atenção integral à saúde aos indivíduos que dele necessitem, observadas as condições estabelecidas na Resolução nº 1.652, de 6 de novembro de 2002, expedida pelo Conselho Federal de Medicina. Art. 2º Estabelecer que sejam organizadas e implantadas, de forma articulada entre o Ministério da Saúde, as Secretarias de Saúde dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, as ações para o Processo Transexualizador no âmbito do SUS, permitindo: I - a integralidade da atenção, não restringindo nem centralizando a meta terapêutica no procedimento cirúrgico de transgenitalização e de demais intervenções somáticas aparentes ou inaparentes; II - a humanização da atenção, promovendo um atendimento livre de discriminação, inclusive pela sensibilização dos trabalhadores e dos demais usuários do estabelecimento de saúde para o respeito às diferenças e à dignidade humana; III - a fomentação, a coordenação a e execução de projetos estratégicos que visem ao estudo de eficácia, efetividade, custo/benefício e qualidade do processo transexualizador; e IV - a capacitação, a manutenção e a educação permanente das equipes de saúde em todo o âmbito da atenção, enfocando a promoção da saúde, da primária à quaternária, e interessando os pólos de educação permanente em saúde. Art. 3º Determinar à Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde - SAS/MS que, isoladamente ou em conjunto com outras áreas e agências vinculadas ao Ministério da Saúde, adote as providências necessárias à plena estruturação e implantação do Processo Transexualizador no SUS, definindo os critérios mínimos para o funcionamento, o monitoramento e a avaliação dos serviços. Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ GOMES TEMPORÃO
domingo, 10 de agosto de 2008
Roberto Bomtempo viverá travesti na novela Chamas da Vida

A novela Chamas da Vida, da Rede Record, ganhará uma personagem travesti nas próximas semanas. Interpretada por um dos diretores da novela, o ator Roberto Bomtempo, a travesti vai se chamar "Docinho".A participação de Docinho na trama de Cristianne Fridman está programada para durar 15 capítulos. A personagem estará o tempo todo travestida e irá trabalhar como empregada doméstica na casa de Andressa (Mariana Hein), uma prostituta de luxo. Um dos possíveis desfechos para o personagem é uma viagem para a Europa com a amiga Andressa, que conhecerá um rico italiano."O Edgard (Miranda, diretor geral) estava procurando um ator que desse um tom leve ao personagem, e perguntou se eu não gostaria de fazer. Como eu estava com saudade de atuar, desde 2005 eu só vinha dirigindo, topei. Nunca fiz um gay na TV, só no teatro, achei que seria uma boa oportunidade. Se fosse um outro personagem, talvez tivesse esperado um pouco mais", disse o ator à coluna de Patrícia Kogut, do jornal O Globo.Entre as cenas já roteirizadas para o personagem está uma briga para defender a amiga Andressa e a chegada de uma criança na casa dos amigos. "Está sendo divertido, mas gravar de salto realmente é complicado. Depois de 40 minutos em pé em cima dos sapatos, em uma externa, meus pés já estavam doendo", disse o ator.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Miss Brasil Gay 2008: Confira as 24 candidatas (confirmadas) que competem pelo título

Há 11 dias da 32ª edição do Miss Brasil Gay, que acontece no Cine Theatro Central na cidade mineira de Juiz de Fora, 24 candidatas já estão confirmadas para o tradicional concurso que elege o transformista mais belo do país.Representantes de seus respectivos estados, onde ganharam a etapa regional, os transformistas desfilarão em traje típico e em traje de gala, sendo julgados pela beleza, desenvoltura, além do estilo, criatividade, confecção, tecidos e bordados. Até o momento apenas Acre, Minas Gerais e Santa Catarina ainda não têm seus transformistas definidos.Os ingressos para o Miss Brasil Gay 2008 podem ser adquiridos na bilheteria do Cine Theatro Central e na internet pelo site Ingresso fácil. O concurso acontece no dia 16 de agosto, a partir das 22h.Confira abaixo a lista das candidatas por ordem alfabética do estado e saiba tudo sobre o concurso
Amazonas - Sharlotte Kavask
Amapá - Nathália Sant’anna
Bahia - Kesslyn D’Vayner
Distrito Federal - Rubby De La Veja
Alagoas – Lalik Valentinne
Ceará – Laviny Woitilla
Espírito Santo – Myrian Vervloet
Goiás – Sophia Lamouniér
Maranhão - Myrella Ayella
Mato Grosso – Lisa Carey
Mato Grosso do Sul - Santana Loren
Pará – Rafaela Larret
Paraíba – Karina Karam
Paraná - Priscila Bitencourt
Pernambuco – Lizandra Brunelli
Rio de Janeiro – Isabelly Di Mônaco
Rio Grande do Norte – Claudia Vermont
Rio Grande do Sul – Guiga Barbieri
Rondônia - Kamille Fernandes
Roraima - Lara Vasconellos
São Paulo - Julia Sanches
Sergipe – Fernanda Warmack
Tocantins - Ava Simões
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Minha esposa me trai com uma boneca
Oi meu nome é Edson e tenho 39 anos,branco, cabelos lisos pretos, 1,78cm, 77 kg e corpo bem cuidado da academia. Minha esposa que se chama Marina(36 anos, loira, cabelo curtos, pele branca,1,74cm, 58kg e um corpo escultural e com belos par de seios grandes. A história que vou relatar se passou comigo no começo de jan/2002. Somos casados á 7 anos e temos uma filha de 5 anos que estuda em período integral. Trabalho numa empresa de softwares no qual minha função me obriga a viajar constantemente e minha mulher é cabelereira de um grande salão em São Paulo. Ela sempre comentava comigo de seu dia a dia , relações com clientes, fofocas e sempre comentava de uma amiga sua do salão chamada Keyla. Marina vivia dizendo que Keyla era uma boa moça, éra manicure, morava sozinha e que elas sempre almoçavam juntas. Uma vez num aniversário de uma cliente de minha esposa pude conhecer pessoalmente Keyla, era um mulherão de parar o trânsito,gostosissíma, alta, loira, um rosto lindo, seios grandes,pele branca lisinha e muito cheirosa. Nas minhas viajens minha esposa chamava keyla p/ dormir em nossa casa p/ fazer companhia uma p/ outra e até aí eu não via problema nisso... Eu até gostava de saber que aquele mulherão estava hospedada em casa e que minha mulher não estava sozinha!!! Certo vez em uma viajem que era p/ terminar na sexta-feira, por causa de um imprevisto tive que antecipar minha volta p/ quinta-feira e já pensava em encontrar a Keyla lá em casa! imaginava poder ver ela mais uma vez e tinha uma vontade enorme em comer ela!!! Percebi que estavam em casa e cheguei de surpresa, bem de fininho. Passei pelo quarto de minha filha e ela estava já dormindo, pois eram 23:00hs, continuei caminhando e percebi que no quarto de hóspedes não tinha ninguem , só as coisas pessoais de Keyla e começei a ficar intrigado. Fiquei mais intrigado ainda quando escutei uns gemidos e vinha de nosso quarto de casal e então fui no quintal e ia espiar de fora, achava que minha mulher estava tendo um caso homosexual com Keyla mas era mero engano. Ao olhar pela janela vi a cena que mais me chocou!!!não sabia se entrava no quarto e acabava com elas ou continuava a ver aquelas cenas fortissimas p/ mim! Keyla estava deitada pelada de barriga para cima e minha mulher estava cavalgando e sentada em um pinto que praticamente era o dobro do meu!!! As mãos de Keyla apalpavam a bunda de minha esposa e seus movimentos faziam o pau quase sair aparecendo um pouco a cabeça e depois ela soltava e voltava a enterrar aquele pauzão em sua buceta, não acreditava que aquele mulherão era um travesti e que estava comendo minha mulher a um bom tempo. Vi quando minha mulher saiu de cima e pude ver o quanto era grande, deveria ter uns 24cm e era bem grosso. Marina se ajoelhou e começou a chupar com gosto, quase não entrava na boca direito. De repente Keyla despejou litros de gozo na boquinha de minha mulher!!! Não tive coragem de entrar e fui dormir em um motel sozinho e elas passaram a noite juntinhas. No dia seguinte cheguei no horário que ela estava me esperando e já dentro de casa contei o que vi na noite anterior, ela ficou envergonhada e me contou que também não sabia que Keyla era um traveco até um dia que ela veio dormir aqui e mostrou seu pau, como minha esposa estava carente acabou cedendo. Para não terminarmos nosso casamento, combinamos que Keyla pudesse vir aqui e participar de umas surubas de vez em quando. Ficou bom p/ ambas as partes: para minha mulher, que continuará com o pauzão da Keyla, para Keyla que pode comer minha mulher a vontade e para mim que posso comer aquele bundão gostoso, chupar seu pau que sempre tiver vontade, dar o rabo. Estamos nós três vivendo uma fase muito boa de nossas vidas e de muito sexo a três!!! Caso queiram perguntar algo, entrem em contato!
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