terça-feira, 15 de abril de 2008

Família da transexual brasileira morta em Portugal processará Igreja Católica

A família da transexual brasileira Gisberta Salce Júnior (foto), barbaramente assassinada na cidade do Porto, em Portugal, no último mês de fevereiro, anunciou que abrirá um processo contra a Oficina de São José, instituição de propriedade da Igreja Católica portuguesa, e que abrigava dez dos 13 adolescentes responsáveis pela morte de Gisberta. Segundo o jornal português Diário de Notícias o processo pode envolver também o governo do país, já que os jovens foram colocados na instituição por ordem do Instituto da Segurança Social (SS). "A Oficina de São José tem a responsabilidade por aqueles jovens, mas por incumbência da SS, que paga um determinado valor por cada jovem institucionalizado", afirmou Edmundo Martinho, presidente do SS. Outro órgão que pode ser citado no processo é a Câmara do Porto, já que Gisberta, depois de torturada, foi atirada em um fosso de mais de 15 metros de um prédio abandonado, cuja entrada não foi bloqueada pelas autoridades locais. O DN também apurou que Angelina Muro Salce, mãe da transexual, receberá todo o apoio necessário do governo brasileiro, através da

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